Muitas vezes no trajeto para o trabalho vêm-me algumas ideias à cabeça, será que eu sou feliz como pessoa? Será que sou feliz como profissional?
Por vezes há alturas na vida, momentos marcantes, que nos fazem começar a pensar de forma diferente, e é nesses exatos momentos que se faz clique, é a altura de mudar!

Quando tomei a decisão de ser ainda mais feliz, pensar em mim, criar modelos de gestão independentes das empresas, decidi fazer literalmente a diferença. Tudo começou a fluir melhor. Percebi, que poderia ter tomado esta decisão há mais tempo, mas nunca é tarde, acreditem!

A felicidade não se encontra “ao virar da esquina”, é necessário trabalhar nesse sentido diariamente.

O mesmo se passa com a felicidade nas organizações. Incentivar ambientes de trabalho com elevados níveis de confiança e, acima de tudo, de respeito, faz com que os colaboradores se sintam à vontade para expressar o que pensam e o que sentem, ao contrário do que possam pensar, isto faz toda a diferença.

Passamos a maior parte do nosso dia no local de trabalho, por isso, é importante que seja um local com um ambiente saudável, harmonioso e feliz, onde nos sintamos bem connosco e com os restantes colegas. É importante sentirmos satisfação e prazer naquilo que fazemos. No fundo, é sentirmos motivação no desempenho da nossa função e, consequentemente, relativamente a nós próprios.

A construção da felicidade organizacional é um processo normalmente de médio/longo prazo, que gera vantagens competitivas ao nível da produtividade e motivação, da criatividade, da inovação, da satisfação, da flexibilidade, do reduzido absentismo, da baixa rotatividade, da fixação de valores, da crescente notoriedade e confiança na marca, do sentido de pertença e do compromisso com a empresa.

Apesar da obtenção de lucro por parte das empresas ser um fator fundamental, aquelas que se focam exclusivamente nesse aspeto, estão normalmente, condenadas ao insucesso. Existem inúmeros estudos que demonstram que as empresas que mais se destacam, são as que levam a sério o tema da felicidade organizacional e da responsabilidade social.

Na minha opinião, o ponto mais determinante para que se implemente uma estratégia desta natureza é sem dúvida a sensibilidade que a gestão de topo deve ter para com este assunto. Numa empresa onde a missão e os valores são partilhados por todos os colaboradores, com uma liderança inspiradora em que a comunicação interna é eficiente, onde existem possibilidades de crescimento, onde a definição de objetivos é justa, atingível e desafiadora, onde se reconhece o sucesso das equipas, onde existe uma cultura de feedback, onde “se faz o que se diz”, estes fatores vão permitir que, de forma natural, surja uma cultura de Felicidade Organizacional.

A superação e a motivação existem dentro de cada um de nós, não precisamos de recursos ou fórmulas para sermos felizes, somente precisamos de entender o que podemos fazer diferente e como.

Fases boas passam e menos boas também e é assim que temos de superar o dia-a-dia.

Portanto, supera, acredita, motiva-te e sê feliz!

A equipa
Human Profiler

// GOSTOU DO ARTIGO? PARTILHE-O NAS REDES SOCIAIS?