O crescimento da economia portuguesa tem-se refletido na queda abrupta da taxa de desemprego. O mercado de trabalho está em expansão, existem mais oportunidades. Sendo que o aumento da população ativa se verifica maioritariamente no setor dos serviços.

É inadiável a mudança de paradigma, as empresas necessitam mais do que uma melhoria do crescimento baseado numa escala económica de quantidades, precisam de crescer numa escala económica de valor. Este ponto é derradeiro em termos estratégicos, o que nos leva a uma imposição de criação de novos Recursos Humanos.

Esta é a altura da tomada de decisões sobre a política de gestão de recursos humanos, para que crie uma base de sustentabilidade num futuro próximo. Urge a implementação de modelos de gestão de recursos humanos que sejam efetivamente baseados no desempenho.

A base de premiação no âmbito do desempenho já não pode ser a única metodologia. Num sistema de análise da evolução da empresa, não se pode arriscar apenas que a recompensa e o reconhecimento de desempenho sejam apenas um ato de entrega da empresa ao recurso. Há que apreender não as práticas, mas sim a análise de desempenho. O desenvolvimento e a atualização das novas empresas terão que ter enfoque no controlo e na análise, em vez de uma análise em torno de práticas.

Com o mercado cada vez mais voltado para as novas tecnologias, o uso de ferramentas auxiliares é premente.

Neste momento, existem já diversas ofertas no âmbito relacional. Saliento a título de exemplo a utilização do Gammification como ferramenta interativa e que vem preencher e tornar ágil o processo de entrosamento de equipas, permitindo ao mesmo tempo validar e analisar não as práticas, mas sim o desempenho.

Na Gestão de Recursos Humanos, é necessário estar atento a toda a envolvência tecnológica que nos auxilia e através de parâmetros bem definidos conseguirmos de forma eficaz analisar o desempenho. 

A nova gestão de Recursos Humanos tem que fomentar um comprometimento e envolvência com todo o grupo empresarial e concentrar-se na participação de todos os elementos do processo de gestão. O objetivo estratégico da empresa deve estar espelhado na estrutura humana, para que a mesma se converta e siga neste sentido. Criar e desenvolver uma cultura organizacional que leve à excelência de desempenho, assim como estimular a integração das diversas áreas da organização devem ser o foco.

A velocidade e ritmo acelerado do atual mundo de negócios tem um impacto cada vez maior na sociedade de informação e do conhecimento. As organizações abertas a mudanças rápidas e ágeis, que se adaptam ao ritmo atual alucinante serão aquelas que se destacarão no atual mercado.

A flexibilidade e a facilitação do processo de mudança organizacional, têm que ser lideradas pela Gestão de Recursos Humanos, pois o que se pretende é uma evolução conjunta de organizações e dos seus colaboradores.

Em primeira instância o que é essencial é a compreensão da missão da empresa como una, por todos os recursos do grupo, isso sim permitirá consequentemente a obtenção de profissionais comprometidos, o que na verdade é o que qualquer organização pretende.

A equipa
Human Profiler